Greenpeace – A esperança de um mundo melhor.

Posted in Uncategorized on maio 27, 2011 by tatabarbosa11

O Greenpeace é uma ONG e foi criada para enfrentar problemas globais. No começo da década de 1990, o Greenpeace refletia sobre a necessidade de ampliar sua atuação em regiões de grande população e desafios ambientais e o Brasil estava no pacote. Foi necessário fazer uma divisão, onde grupos espalhados pelo mundo todo ficariam encarregados de mostrar à população mundial o objetivo do projeto.

A ONG acredita nos confrontos não-violentos e criativos para chamar a atenção das pessoas e autoridades para um determinado problema. Dessa forma, os grupos incentivam e desafiam empresas e governos a mudarem de atitude, pressionando-os a encontrarem novas soluções para antigos problemas, e as pessoas a agirem e mudarem seu comportamento no dia-a-dia.

O objetivo do projeto é resolver questões ambientais, tendo como  foco principal a tentativa de solução de  cinco problemas de ordem mundial, como : Preservação das florestas. No caso do Brasil, a Floresta Amazônica; Mudanças climáticas; Energias Renováveis; Energia Nuclear; Preservação dos Oceanos e Alimentos Transgênicos.

A previsão feita por uma velha índia cree, conhecida como Olhos de Fogo, a 200 anos atrás, sobre o futuro do planeta serve como lema para a organização não-governamental :

“Um dia, a Terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris.”

Tal afirmação fez com que pessoas da época tivessem vontade de lutar por um mundo melhor, foi daí que surgiu o Greenpeace.

GREENPEACE TEM GRUPO REPRESENTATIVO EM BELO HORIZONTE

Em Belo Horizonte o Greenpeace não é apenas teoria. Um grupo de 35 pessoas trabalham duro para que os problemas que afetam a qualidade de vida do ser humano, sejam percebidos e se possível resolvidos. Eles acreditam que mais que um desejo, é uma obrigação fazer algo para que o mundo possa ser um lugar melhor para toda a população mundial.

Divulgação

Dia Mundial Sem Carro Divulgação

Entrevista com Luciana Leite, integrante do grupo Greenpeace-BH :

1) Como fazer parte do grupo de voluntários do Greenpeace?

R: A seletiva é feita todo semestre. Recebemos os cadastros via e-mail.

2) Como você se sente fazendo parte desse grupo?

R: Além de fazer bem à natureza, dá um prazer enorme por ser um grupo-família.

3) As manifestações têm tido resultado?

R: Como toda manifestação, algumas dão certo, outras não.

4) Quando e como você começou a fazer parte do grupo?

R: Há dois anos atrás. Sempre tive vontade de fazer a diferença de alguma forma e tentar mudar o mundo deveria ser uma obrigação de todo ser humano.

5) Todos podem opinar com uma idéia de manifestação?

R: Sim. Todos participam desde a idéia, até a ida as ruas para manifestações.

6) É sempre o mesmo grupo ou ele se reveza de acordo com a manifestação?

R: Se reveza. Depende da disponibilidade de cada voluntário.

7)Qualquer pessoa pode se tornar um voluntário?

R: Sim. Basta se cadastrar.

8)Como a mídia interfere nessas manifestações (se houver intervenção) ?

R: Não há intervenção.

9)Como é a divulgação das manifestações?

R: Através de redes sociais como twitter e facebook.

10)Elas costumam atingir o público esperado?

R: Sim.

CURIOSIDADE  (Podcast)

Saiba mais : Site Greenpeace Brasil

Site Greenpeace USA

Greenpeace no Youtube

@GreenpeaceBH

Greenpeace BH Facebook

Fontes:  Blog Greenpeace BH

                  Site Greenpeace Mundial

                  Google

                  Youtube

Redes Sociais incentivam Jornalismo Colaborativo

Posted in Uncategorized on maio 20, 2011 by tatabarbosa11
 

 

É notável,por parte dos usuários de internet, uma certa dependência pelas redes socias atualmente. Cada dia mais, páginas virtuais como Facebook e Twitter se tornam fontes de informação precisa e obejtiva, onde tal informação chega até o indivíduo sem precisar que ele corra atrás do que lhe interessa.  Essa interação possibilitou a criação  do Jornalismo Colaborativo há 20 anos atrás, antes no jornal impresso e hoje no virtual, onde o usuário tem a capacidade de escrever matérias, de assuntos do seu interesse , para sites que as publicarão. O usuário passa a ter uma interação direta com os produtores do site, além de fazer parte da produção, ou seja , ele se torna repórter. Para que essa interação aconteça de maneira adequada são necessários requisitos pré-estabelecidos, sendo um deles comprometimento. O material do repórter cidadão passa por uma análise antes de ser publicado, mas apenas para ser corrigido ou se adequar ao assunto que o site disponibliza.

Um exemplo de site que aplica o Jornalismo Colaborativo é o www.brasilwiki.com.br . Tem todo tipo de editoria, como esportes, cultura, humor, política, etc. As matérias são enviadas por repórteres cidadãos, são pessoas comuns que se interessam por algum assunto e mandam suas próprias notícias, com características próprias.

                                                                     Saiba Mais sobre Jornalismo Colaborativo em : http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudo=2121

Escassa rede de hotéis é desafio para a capital na Copa de 2014

Posted in Uncategorized on abril 8, 2011 by tatabarbosa11

Sem dúvidas a Copa do Mundo de 2014 deixará marcas na cidade de Belo Horizonte. Teoricamente, a capital ainda não tem uma estrutura adequada para suportar um evento de tamanha dimensão e esse será o maior desafio do Governo de Minas Gerais.

Entre os desafios que Belo Horizonte deve enfrentar para alcançar os objetivos está a ampliação da rede de hotéis. De acordo com a Setur (Secretaria de Turismo) , os dados de 2007 demonstraram que a rede hoteleira da capital é composta por 52 hotéis de duas a cinco estrelas e 38 apart-hotéis, somando 90 estabelecimentos, onde a exigência será que, até o final de 2010 , deve-se oferecer mais de 1.668 unidades habitacionais.

De acordo com Paulo Resende, coordenador do Departamento de Infraestrutura e Logística da Fundação Dom Cabral, o número de leitos que a Copa exige é maior do que a cidade posteriormente necessitaria. “Hoje Belo Horizonte não apresenta uma demanda real nem potencial para ocupação desse aumento exigido. O que a cidade precisa é de um projeto de criação de demanda para acomodar o crescimento de oferta exigido”, diz.

A implantação de uma nova rede hoteleira é o ponto mais crítico dos desafios que Belo Horizonte enfrenta. O desafio real é convencer a iniciativa privada de que investir na rede hoteleira na cidade seja um negócio sustentável após o Mundial. O comitê organizador garante que há projetos para pelo menos 25 novos hotéis na cidade — entre estes, cinco de luxo. Para 13 novos hotéis na capital mineira será necessário um investimento de R$ 100 milhões, sendo que com o crescente chamado “turismo de negócios”, Belo Horizonte se apresenta, nesses últimos anos, muito atrativa para redes hoteleiras. A Copa do Mundo de 2014 não é o único motivo para investimentos na rede de hotéis de Belo Horizonte, o mercado hoteleiro está investindo como reflexo do bom momento da capital Mineira.

Empregos na Copa 2014

Além de melhorias na rede hoteleira, transporte, infraestrutura e turismo, a Copa de 2014 será uma grande opção para o surgimento de novos empregos na capital. O evento vai elevar em 1% o Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais, principalmente em Belo Horizonte, e vai gerar pelo menos 38 mil empregos. Um estudo da UFMG aponta que entre os impactos da realização desses eventos aparecem a ampliação dos setores de serviços e hotelaria, do fluxo de turistas durante a após os jogos e a maior atração de investimentos externos.

http://www.podcast1.com.br/ePlayer.php?arquivo=http://www.podcast1.com.br/canais/canal6834/VN00003-20110408-0109.amr

Saiba Mais sobre a Copa 2014 em Belo Horizonte:

Portal Uai

Portal 2014

Guia da Copa

Paula Lima chega e encanta!

Posted in Uncategorized on março 25, 2011 by tatabarbosa11

Paula Lima chega e encanta! Paula Lima é cantora e compositora. Começou a cantar desde cedo e hoje ilumina os palcos do Brasil todo com sua voz estonteante , beleza e jeito irreverente de fazer música.

TAREFA INACABADA

Posted in Uncategorized on março 15, 2011 by tatabarbosa11

A intenção desse post era comparar os serviços de RSS do FeedReader com os do GoogleReader. Consegui fazer no Google, mas no FeedReader não. Então, vou destacar o que achei de mais interessante no Google.

O serviço de RSS do Google é bem diversificado quanto aos links que podemos utilizar e aos assuntos que podemos selecionar. Obtém atualizações dos temas rápida e precisamente. É possível saber de tudo o que realmente precisa saber, sem ir à página original. É um serviço excelente e bastante cômodo. E o melhor, não é preciso baixar o programa para obter as atualizações, basta obter uma conta do Gmail para acessar os serviços de RSS. Vale a pena conferir!!!

HOSPITAL PEDE DOAÇÕES DE VIDROS

Posted in Uncategorized on fevereiro 25, 2011 by tatabarbosa11

O Hospital Sofia Feldman está com dificuldade em conseguir frascos de vidro para o armazenamento do leite materno destinado a doações. Para reverter essa situação, está sendo feita uma campanha em escolas, faculdades e hospitais.

CÍNTHIA RAMALHO, 4º PERÍODO

Quando Juan Victório, 50 dias, nasceu, pesava 1,570kg. O bebê nasceu prematuro devido a complicações que a mãe, Adma Maria dos Reis, 25 anos, teve durante a gestação. Além disso, o neném não pôde ser amamentado pela mãe nos quatro primeiros dias de vida, já que ela não estava produzindo leite por causa da cesariana. Hoje, após dois meses internado no Hospital Sofia Feldman, onde recebeu leite de doações de outras mães, Juan pesa 2,375kg e já está pronto para ir para casa. Porém, nem todos os bebês internados no hospital conseguem ser alimentados pelas doações, já que faltam frascos de vidro para coletar leite das doadoras.

De acordo com Débora Almeida Rocha, nutricionista da coordenação clínica do Hospital Sofia Feldman, a falta de vidros para a coleta está atrapalhando a doação de leite materno, já que muitas mães chegam para doar leite e, sem ter o frasco para armazená-lo, ele acaba sendo perdido. Assim, na hora de alimentar os bebês que necessitam do leite doado, a nutricionista tem que fazer uma seleção dos casos de maior necessidade, pois não há leite suficiente para atender a demanda. “Muitas vezes a gente perde doações porque não temos o vidro. Tem mães que falam ‘olha, meu peito está cheio, estou perdendo o leite e não tem o vidro’, por causa disso, a gente não consegue passar esse leite pasteurizado para todas as crianças, a gente tem que escolher qual criança que a vai receber, geralmente são os prematuros de baixo peso”, conta.

A dificuldade em conseguir vidros para a coleta do leite materno se deve ao fato de que os frascos têm características específicas: devem ser potes de maionese com tampa de plástico. Vidros com tampa de metal, como por exemplo, potes de azeitona, não servem, já que com a tampa de metal, o processo de oxidação ocorre e o leite acaba sendo contaminado, como explica Débora. Ainda segundo a nutricionista, a nova embalagem dos potes de maionese também dificulta o processo de obtenção dos vidros. “As maioneses estão vindo não em potes de vidro, mas em potes de plástico, então essa está sendo a dificuldade. Tem muita gente que ainda guarda, mas a gente está conseguindo as tampinhas, mas não os vidros”, afirma.

Para tentar reverter a situação e conseguir recolher um número maior de vidros, a equipe do Hospital Sofia Feldman, composta por nutricionistas, nutrólogos e farmacêuticos criou uma campanha para sensibilizar as pessoas a doarem vidros para a coleta de leite. A campanha consiste basicamente em palestras ministradas por nutricionistas em escolas municipais da região do hospital e em faculdades, onde o público é grande e as chances de doações são maiores. Além disso, o hospital tenta arrecadar dinheiro para comprar os potes de vidro de fornecedores do Rio e São Paulo, pois em Belo Horizonte não há fabricantes dos frascos. Porém, o custo é muito alto. Cada pote tem o valor de R$ 3, e o hospital não possui recursos para realizar a compra.

A campanha para doação de vidros para o Hospital Sofia Feldman é de grande importância para uma campanha maior de doação de leite materno que está sendo planejada para 2011. De acordo com Débora, o hospital pretende se tornar um banco de leite e, por isso, precisa aumentar o número de doações de leite materno. “Não vai ser apenas o recebimento do vidro que vai fazer a gente virar banco de leite, são outras questões. Mas, se a gente receber mais vidros, consegue fazer mais doações e receber mais leite. A intenção do hospital seria essa até a gente conseguir ter instalações apropriadas para se tornar um banco de leite”, explica.

Os vidros doados, quando chegam ao hospital, passam por um processo de esterilização, assim, ficam prontos para receber o leite coletado das mães. Ao fim da coleta, os vidros com o leite recolhido são identificados e mandados para o Hospital Odete Valadares, onde acontece a etapa de pasteurização do leite, que o deixa pronto para o consumo dos bebês. Durante essa etapa, muitos vidros mandados pelo Hospital Sofia Feldman são perdidos. “Se eu mando 20 vidros para o Odete, como é ele que faz o trabalho de pasteurização, ele me retorna com 10 vidros. Então já tenho essa perda porque alguns vão ficar lá, é como se fosse uma cota que a gente vai pagar”, explica a nutricionista. Ela ainda completa que se fosse banco de leite, o Hospital Sofia Feldman poderia realizar a etapa de pasteurização, o que evitaria a perda de muitos vidros.

A mãe de Juan, assim que pôde, quis ser doadora de leite. Adma, além de amamentar o filho, chega a doar cerca de 120 ml de leite a cada vez que faz a coleta e tem consciência da importância da doação de leite materno. “Eu vi que como eu precisei para o meu filho, eu poderia passar para outras mães também que tivessem nenéns que poderiam precisar, quando elas não poderiam estar amamentando com o próprio leite”, afirma.

Para armazenar o leite coletado por Adma e por outras mães que também são doadoras, o hospital chega a gastar oito frascos de vidro por dia. “Têm mães que conseguem pelo menos uns três vidros por semana de 500 ml. Têm outras que não, só conseguem 120, 150 ml. Se eu for receber uma doação, a mãe tiver com o leite e eu não tiver o vidro, também não adianta. Então, nosso objetivo é ter uma quantidade maior de frascos para que a gente consiga que essa doação seja efetiva, porque a gente está perdendo leite porque não temos frascos para coletar”, alerta Débora.

As doações de potes, que podem ser de qualquer tamanho, devem ser feitas na recepção do Hospital Sofia Feldman, à Rua Antônio Bandeira, 1060, Bairro Tupi.

Hello world!

Posted in Uncategorized on fevereiro 18, 2011 by tatabarbosa11

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